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RECIFE PARA TURISTAS!

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Em Recife você consegue o mais completo turismo cultural e religioso.

Conhecer a geografia do Recife é entender a sua história e economia. Nascida numa pequena ilha, entre o Rio Beberibe e o Oceano Atlântico, a cidade tirou o seu nome do ancoradouro natural de arrecifes.

A intimidade com as águas conferiu-lhe o título de “Veneza Brasileira”. Foi através das 39 pontes que cortam a cidade de um extremo a outro que o Recife se expandiu. Entre elas, está a Ponte Maurício de Nassau, a mais antiga da América Latina.

Basta cruzar as estruturas de ferro da Ponte Velha para vislumbrar a convivência do antigo com o contemporâneo. O Mercado de São José e a Casa da Cultura, antiga Casa de Detenção, são os melhores pontos para conhecer e comprar o artesanato pernambucano.

 Na cabeceira de outra ponte, a Princesa Isabel, estão o Palácio do Campo das Princesas – residência oficial do governador –, o Teatro Santa Isabel e o Palácio da Justiça com sua cúpula iluminada. A Rua da Aurora convida para um passeio às margens do Rio Capibaribe, onde estão antigos e belos sobrados que abrigam o Teatro Arraial e o Museu de Arte Moderna.

           O bairro do Recife Antigo, sítio histórico, é um exemplo da diversidade de estilos que compõe a capital. Não é apenas sua arquitetura que apresenta marcas da confluência de povos. A Rua do Bom Jesus, antigo ponto de judeus e imigrantes, é hoje o maior complexo de lazer e cultura, onde turistas se encontram e desfrutam da hospitalidade pernambucana.

            A apenas 10 km do sítio histórico, os bairros de Casa Forte e Poço da Panela, com seus casarios do século 18, preservam o bucolismo e aconchego das casas com quintais. As ruelas ainda têm calçamento de pedras que conduzem a elegantes restaurantes e bares.      

Portão de entrada brasileiro, o Recife foi é centro cultural, de lazer e serviços do Nordeste, alem de principal pólo teatral, gastronômico e médico da Região. Plural em atrativos, o Recife é único.

Basta conferir: o contraste harmonioso entre antigos monumentos e modernas construções, e cenários de rios e muitas pontes, a praia de Boa Viagem, urbanizada, irresistivelmente bela e convidativa aos banhos em piscinas naturais à beira-mar, as expressões artísticas e populares, a hospitalidade do seu povo.

O Recife dispõe de uma eficiente infra-estrutura receptiva, com hotéis e restaurantes, centro de animação noturna, agências de viagens, aeroportos internacionais, porto, terminal rodoviário integrado, shopping centers e uma série de outros equipamentos e serviços para melhor atendimento ao visitante. Também na divisa com Recife e Olinda, está localizado o Centro de Convenções de Pernambuco, um dos maiores e um dos mais bem estruturados do País. Para terem inesquecíveis momentos de lazer, reforçar a bagagem cultural, passear relaxar junto à natureza, comer bem, realizar bons negócios, fazer amigos sempre o Recife sempre o Recife – Capital de Pernambuco – e do seu coração.

Lugares interessantes

 

 Zona portuária limitada pelo Rio Capibaribe e Oceano Atlântico. O atual bairro do Recife surgiu em decorrência do seu porto. Foram os holandeses que em 1631, decidiram que a sede da administração da Capitania seria no bairro do Recife. Fortificações foram sendo construídas, além de aterros para ampliação dessa área econômica e socialmente valorizada. Com a saída dos holandeses, o Recife continuou a crescer, e com isso a especulação imobiliária. A Rua do Bom Jesus, prospera, ergue-se a Igreja do Pilar, a Igreja e o Convento da Madre de Deus.

No século XVII, as funções portuárias aumentam e construem-se armazéns. Intensifica-se o comércio na Marquês de Olinda, Rua do Apolo com seu teatro, a Rua da Guia, a Estação Inicial da Estrada de Ferro do Recife ao Limoeiro chamada Estação do Brum, e o Forte do Brum. Esse importante bairro, marco inicial da história da cidade, contém diversas fases de evolução urbana recifense, apesar das inúmeras mutilações sofridas, mas ainda guarda monumentos e conjuntos de inestimável valor arquitetônico. O bairro passa por um grande processo de restauração estando nele localizado bares, casas noturnas e restaurantes de qualidade, sendo muito bem freqüentados pela população, tornando-se um polo de animação noturno.

Bairros de Santo Antônio e São José

O início da ocupação dos bairros de São José e Santo Antônio deu-se no começo do século XVII, quando os franciscanos começaram a levantar o Convento de Santo Antônio (1606). Como a ligação com o Bairro do Recife se fazia por pequenas embarcações, o desenvolvimento urbano foi lento.

Com a ocupação holandesa, o bairro desenvolveu-se. A partir do século XVIII foram sendo feitos vários melhoramentos, sendo deste tempo o casario. Na década de 40, com o processo de urbanização, resultou na demolição de algumas igrejas e ruas, mas a área apresenta um acervo considerável de edificações antigas do século XVIII, XIX e do início do século XX, constituindo vários conjuntos, onde se observa, em grande parte, o traçado primitivo da trama urbana.

Essa trama do sistema viário é caracterizada pelas ruas estreitas, becos e vielas tortuosas que se abrem, de vez em quando, em pátios. O bairro de Santo Antônio pouco possui do seu traçado primitivo, conserva alguns conjuntos homogêneos de edificações e vários monumentos isolados. Nesses dois bairros, estão localizados vinte e quatro edifícios de grande valor histórico/cultural, dos quais dezesseis são construções religiosas, quatro são exemplares da arquitetura civil, três são exemplares da arquitetura oficial e um da arquitetura militar.

 Casario de Apipucos

As terras de Apipucos, que originalmente faziam parte do Engenho Monteiro, já estavam povoadas na segunda metade do século XVI. Conserva ainda sua igreja de Nossa Senhora das Dores, reconstruída e aumentada em 1887. As construções são oitocentistas, porque se pode ver através das casas altas, calçadas excessivamente fortes, sobre alicerces de pedras profundamente enterradas.

O conjunto arquitetônico do sec. XIX tem ainda suas características originais preservadas. O casario vem da época em que Apipucos era procurado por famílias aristocratas do Recife para passar as festas e tomar banhos de rio. Destaque para o nº 2665, da rua Apipucos, antiga residência do ex-governador Cid Sampaio, um belo casarão. Imponente é residência nº117 denominada de “Mansão Martins Mesel”. Na mesma rua a casa nº 320 é o famoso “Solar dos Apipucos”, do sec. XIX, no centro de um parque arborizado que era a residência do sociólogo, antropólogo, escritor e jornalista, Gilberto Freire, autor do livro “Casa Grande e Senzala”. Possui portão e escada imponente e sombreada. A casa tem à frente estatuetas e ao lado lampiões, banco e painel de azulejos. O nº 92 é o Instituto de Documentação, pertencente a Fundação Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, localizado justamente na “Vila Anunciada”, casa que pertenceu a Delmiro Gouveia, comerciante e industrial de idéias avançadas. O casario situa-se próximo ao açude de Apipucos e da Várzea do Capibaribe, em meio as praças do Monteiro e Apipucos. As casas são utilizadas como residências, Instituto e Fundação.

Poço da Panela

O bairro do Poço da Panela é um bairro tradicional e pitoresco. Amplos casarões, casas e sobrados do século XIX, época em que era um dos melhores locais de veraneio da população do Recife, devido à proximidade do rio Capibaribe. Local onde ocorriam também entusiásticas festas cívicas e religiosas, junto à Igreja Barroca de Nossa Senhora da Saúde, com uma só torre. Ao lado da Igreja um monumento chama a atenção, é o monumento a José Mariano, um grande abolicionista pernambucano, casado com dona Olegarinha que juntos ajudavam na fuga de escravos. Ele localiza-se em frente a casa nº 626 pertencente a Dona Olegarinha, a “Mãe dos Pobres”. A estátua, em tamanho natural, representa um ex-escravo com grilhões rompidos e flores para o bravo lutador. Outra casa que chama atenção é a de nº 418 na Av. Real do Poço, onde reside Ariano Suassuna. O conjunto encontra-se bem conservado tendo em seu entorno árvores frondosas.

Rua da Aurora

  Todo o trecho entre a rua da Aurora e a rua do Hospício era coberto de grandes mangues. Hoje, à margem esquerda do Rio Capibaribe, na rua da Aurora, localizam-se exemplares da arquitetura do séc. XIX, tendo suas primeiras casas surgido em 1807, junto ao aterro da Boa Vista, que hoje é a rua da Imperatriz. São edificações de dois a três pavimentos utilizados por instituições públicas e privadas, configurando um belo exemplo de conjunto de sobrados. Essas edificações são um testemunho de um estado sócio/cultural refletido na arquitetura. Destacam-se como exemplares de edifícios isolados o Ginásio Pernambucano, em estilo toscano, inaugurado em 1866 e a Assembléia Legislativa, com suas pilastras dórico-romanas, inaugurada em 1876. Sempre margeando o Capibaribe pode-se observar o casarão onde residiu o Conde da Boa Vista e que hoje funciona como a Secretaria de Segurança Pública.

 Boa Viagem

Tem como principal atrativo a sua atraente e urbanizada orla, onde edifícios elegantes contracenam com um mar de águas mornas e tranqüilas, coqueiros, palhoças de coco verde e áreas de lazer. Apresenta a maior concentração de hotéis, restaurantes e bares do Recife, além de muitos outros equipamentos e serviços para melhor atender aos visitantes, a exemplo de agências de viagens, posto de informação turística, lojas de artesanato e shopping centers.

Alguns Pontos turisticos de Recife:
 

 

 

Teatro Santa Isabel
Pátio de São Pedro
Mercado de São José
Conjunto arquitetonico do bairo do Recife Antigo
Parque das Esculturas (Porto do Recife)
Praça do Marco Zero
Praia de Boa Viagem

 

Casa da Cultura - (foi um presídio hoje é um centro cultural)

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