Destinos alternativos garantem economia em viagens
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Quando o assunto é viajar, a cada temporada, o brasileiro tem procurado explorar diferentes horizontes. Fazer um intercâmbio, por exemplo, é um sonho para muitas pessoas. Conhecer um novo país, estar em um novo ambiente, ter contato com outras pessoas e culturas diferentes são alguns dos objetivos de quem procura viver esta experiência. Segundo a Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abav), destinos como Nova York, Miami, Orlando e Los Angeles, que antes estavam no topo da lista dos viajantes, hoje registram uma queda de quase 30% nos embarques. Com o dólar e o euro valorizados em quase 10% durante o último ano, os valores acabam sendo os principais vilões no caminho dos que desejam visitar os Estados Unidos e a Europa. Dessa forma, o jeito é buscar rotas alternativas onde haja um gasto menor destas fortes moedas. De acordo com Bárbara Coelho, empresária à frente da Wide Intercâmbio, a procura por destinos alternativos vai desde o fator financeiro, com destinos mais compatíveis com o orçamento, até a vontade de conhecer outras culturas menos divulgadas. “A popularização destes destinos alternativos leva mais pessoas a terem a chance de aprimorar o idioma estrangeiro em outros países”, conta a empresária. Entre alguns deles estão Malta e a África do Sul, que podem ter preços de quase 50% mais em conta do que os de países mais tradicionais. A busca por oportunidades e preços mais em conta também está mudando o perfil do intercambista brasileiro. Antes, a grande maioria era composta por adolescentes e jovens da classe A, mas hoje o público é mais abrangente. “A classe A continua presente, mas hoje temos um número maior de brasileiros das classes B e C procurando intercâmbios. A faixa etária também está diferente, já que agora até pessoas formadas, atuantes no mercado de trabalho, querem fazer intercâmbio para melhorar o currículo”, destaca a empresária.
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