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O Carnaval como produto turístico

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MTur discute oportunidades de geração de emprego e renda – e avalia o impacto econômico da maior festa popular do país

Brasília (DF) – Transformar o Carnaval em produto turístico capaz de encantar turistas e gerar emprego e renda durante todo o ano para as comunidades envolvidas com a festa. Esta foi a ideia discutida nesta segunda (24) em reunião do secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão, com representantes de entidades ligadas ao tema. O tema foi debatido em reunião preparatória para a audiência pública “Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval”, promovida pela Comissão Permanente de Cultura da Câmara dos Deputados.

Gestores públicos, acadêmicos, artistas, representantes de associações de blocos de rua aproveitam a realização da audiência pública da Câmara para buscar apoio do governo federal para o Carnaval.  “Queremos consolidar uma agenda que una Carnaval e turismo com o objetivo de transformar esta festa em produto de exportação que possa ser vendido durante todo o ano”, diz o assessor da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro e professor da Universidade Cândido Mendes, Luiz Carlos Prestes Filho.

“Não temos dúvida da importância do Carnaval para a geração de fluxo turístico em várias cidades brasileiras. No entanto, precisamos conhecer melhor o impacto da festa na economia do turismo”, afirma o secretário executivo do MTur.   Durante a reunião, ele acenou com a possibilidade de o ministério financiar estudos para aprofundar o conhecimento deste mercado.

Valdir Simão disse que o MTur enfrenta o desafio de atrair mais turistas estrangeiros e divisas para o Brasil. E que o Carnaval, uma das principais festas populares do Brasil, poderia agregar novos produtos e atrativos que aumentaria a permanência destes visitantes em destinos brasileiros.

A proposta apresentada ao secretário pelo grupo, liderado pelo deputado e membro da Comissão de Cultura Paulo Ferreira (PT/RS), é mais ampla. Envolve também projetos como a Escola do Carnaval, voltada para a preservação cultural e a formação e qualificação de mão-de-obra em profissões relacionadas à festa, como guias de turismo, por exemplo.

A atriz Cleo Pires entregou ao secretário Valdir Simão uma carta solicitando apoio do governo à iniciativa.  Falou da experiência de ter conhecido o Carnaval por dois ângulos: das arquibancadas, como espectadora, e do convívio com as comunidades, totalmente dedicadas à manifestação cultural.

Participaram também da reunião representantes da Assembleia Legislativa, da Liga Independente das Escolas de Samba e da Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul do Rio de Janeiro, entre outros.

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