Abav 2013 em São Paulo ganhará visibilidade no continente latino-americano, diz SPTuris – Blog do Turismo PE

Abav 2013 em São Paulo ganhará visibilidade no continente latino-americano, diz SPTuris

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Após quase 10 anos sediada no Rio Janeiro, a cidade de São Paulo receberá a 41ª ABAV – Feira de Turismo das Américas, entre os dias 4 e 8 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. A novidade para esta edição será a abertura do evento para o público final no sábado e domingo (dias 7 e 8).

Para a São Paulo Turismo (SPTuris), empresa municipal de turismo e eventos, responsável pela administração do Anhembi), a parceria firmada com a Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV) trará excelentes resultados e ampla visibilidade para o turismo não apenas da capital paulista, mas para todo o continente latino-americano.

“É com grande satisfação que, em 2013, São Paulo volta a receber a ABAV. Certamente o retorno desta parceria será um sucesso e ajudará a estimular ainda mais o segmento de turismo, já que a cidade é o principal destino do país, tanto emissor quanto receptor, e o mercado paulistano continua bastante aquecido”, ressaltou Marcelo Rehder, presidente da SPTuris.

Com relação ao setor de eventos em São Paulo, de acordo com a SPTuris, circulam pelas principais feiras na capital paulista mais de quatro milhões de pessoas. Só esse segmento movimenta mais de R$ 3 bilhões ao ano. Com base em dados da Ubrafe (União Brasileira dos Promotores de Feiras), São Paulo possui quase 70% do mercado brasileiro de grandes feiras e exposições de negócios. Esse fato também contribui na geração de empregos, uma vez que a indústria de turismo e eventos movimenta 52 setores da economia, gera cerca de 10 bilhões em faturamento e quase 500 mil empregos (diretos e indiretos).

Além desses, outros dados também comprovam as vantagens de realizar a ABAV 2013 na cidade de São Paulo, como, por exemplo, a ocupação dos hotéis nos últimos anos. De acordo com informações obtidas pela SPTuris, em 2012 o percentual chegou a 66%, sendo que em 2005, quando esse índice passou a ser computado, a média era de 58, 7% da hotelaria ocupada

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