Mais um ataque de Tubarão e mais uma vítima. E agora, o que fazer?
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O que era esperado aconteceu, mais uma vez, uma pessoa morre, por causa de um ataque de tubarão no nosso litoral. Desta vez a vítima foi uma mulher, uma turista, que veio curtir as férias no nosso estado.
Diante de tudo isso, fico me perguntando: Até quando isso vai continuar acontecendo? Até quando, vamos ter que noticiar
esse tipo de situação em nossas praias? Pela complexidade do tema e da situação, acredito, que num curto espaço de tempo, nada vai mudar e pelo jeito, vamos continuar sendo manchete nas páginas policiais.
É preciso tomar uma providencia maior, mais séria e mais drástica, por que assim, vamos continuar enxugando gelo, como se diz nos termos policiais. Esse caso acontecido ontem (22) na Praia de Boa Viagem, tem que servir para dar um basta nestas mortes por ataque de tubarão. Não importa, que a turista tenha sido a maior culpada, por não obedecer as placas e as ordens dos bombeiros. No final de tudo, quem perde é o estado, que fica com sua imagem manchada, contabilizando mais uma morte desse tipo.
Sou testemunha que o estado e a nossa capital, vem trabalhando forte no sentindo de recuperar o chamado Turismo de Lazer, várias ações e projetos foram e estão sendo criados neste sentido, porém, tudo vai por água abaixo quando acontece uma situação como essa. E jogar dinheiro no lixo!
Por isso que Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió dentre outras praias do Nordeste, recebem um número muito superior ao de Pernambuco neste quesito (turismo e lazer). Dentro do perfil atual de turistas o nosso estado recebe mais o turista corporativo/negócios, o que é mais rentável. Esse tipo de turista, corre um risco muito menor de ser mordido pelo tubarão, por não ter tempo de curtir a praia.
O Governo de Estado precisa chamar a responsabilidade para si e cuidar dessa situação. Só a colocação de placas, não está resolvendo. O monitoramento também parece que não. Aliás, esse monitoramento só se fala nele, quando acontece um novo ataque, fora isso, ninguém lembra que ele existe.
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