Turismo amplia a sinalização turística em Brasília
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Projeto resgata parte da história da cidade e será mais um atrativo da capital da República. Ministério do Turismo investiu R$ 2,7 milhões
Gustavo Messina/MTur

As 675 placas que estão sendo alocadas atualmente nas superquadras do Plano Piloto são as interpretativas, com variações que trazem descrição da história do local de visitação, mapas e informações em português, inglês e espanhol. Na primeira etapa, período que antecedeu a realização da Copa do Mundo, foram instaladas também os painéis “direcionais”, em português e inglês, com indicações de trajetos para pontos turísticos e para as portas de entrada da cidade.
“A sinalização turística é um meio de comunicação fundamental entre a cidade e o visitante, além de beneficiar também a população local. Por isso, é uma ação prioritária para o MTur, que nos últimos onze anos investiu mais de R$ 162,5 milhões para sinalizar destinos de todas regiões do país”, disse o secretário de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima. Para este projeto de sinalização de Brasília foram direcionados R$ 2,7 milhões do orçamento da pasta.
As placas de Brasília seguem o padrão estabelecido pelo Guia Brasileiro de Sinalização Turística do Ministério do Turismo. Para aumentar a durabilidade, foram produzidas em aço trincado e os letreiros receberam película de proteção contra pichações. Alguns dos novos equipamentos resgatam a história da cidade, trazendo de volta padrões originais da década de 1970, com os totens que expõem mapas detalhados das superquadras das asas Norte e Sul.
A sinalização turística pode ser vista em cartões postais da capital do país como na Catedral, no Congresso Nacional, no Parque da Cidade, no Palácio do Buriti, no Memorial JK e no conjunto que forma a superquadra modelo (307/308 Sul e 107/108 Sul), conhecida como Unidade Vizinhança. O local, onde está localizada a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima, mantém as características do projeto urbanístico original do arquiteto Lúcio Costa, com o traçado de Oscar Niemeyer e os azulejos de Athos Bulcão.
“A sinalização é um item necessário para facilitar o acesso aos pontos turísticos e, por meio das placas interpretativas, é possível oferecer um passeio que contemple não só a beleza, mas o contexto histórico dos monumentos. Para os moradores é, ainda, uma maneira de saber mais sobre a capital federal nos locais que são comuns ao dia a dia da cidade”, diz o secretário de Turismo do DF, Luis Otávio Neves.
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